você acha que eu posso me impedir de imaginar amor cabendo no único verdadeiro amorfo do zumbi?
você acha que eu espalho palavras falando de outro rosto que não o rosto do dono das empresas nenhures?
embora finalmente ache mesmo que eu posso odiar cada improviso de deleite gravado no K7 infinito, sua cintilância destra
meu par de macacos em coma dançando um segundo a cada vez que um relâmpago ao menos me deseja
por um bilhão de moedas enxeridas na fonte
e com uma pequena força altaneira
eu funciono, eu espalho as funções
das espirais,
dos dolmens,
dos nomes que manifestam
do apedrejamento da natureza morta
pintada por aquele zumbi com humanos no lugar dos olhos, espera, foge logo pra cá: você acha que eu posso me impedir de mirar de longe eu me espiando da fresta eu insuflando paletas e irisos e todas as raças de arcoíris e doenças que fazem a matriarca meretriz das ratazanas
prediletar o cinza
da própria pele
como a sua cor mais perfeita
cinza amado, policial amado, cinza adorado, ooteca da nossa barata-cítara insuflada
com mil ovinhos eternos
para o opaco do zumbi, você me atreve perguntar a você um desamor sestroso tamanho?
cumplicidade: eu só posso seguir com o plano de conivência munido do mais impecável calculismo.
...eu quero amar o zumbi - mas eu me cego e ele vê através
e vê amor a partir dele radiante inafiançável
dobra inatingível por petróleo do nosso bebê perdido na linha da água, fé para o menino sarçaaaaaaaaaa
a dobra independente, pedra só de pele
ladainha comigo um título
A CORTINA DE MINGAU
dando de comer à nossa rachadura mortal
e você tá tampando com mingau
eu tô tampando, branco
o nariz do nosso pra
sua salvação
eu não tenho uma formiga-de-fogo pra morder o mingau, parece que qualquer embotado lá fora
com o dedo
quer coalhar mais que nós
enfim eu poderei ser a palavra que eu mais queria usar:
e a campina se preenche por dois diapasões, eu posso arrematar!
no piquenique pertencente aos espíritos da guerra
dentes escarlates? tártaros dengosos? - minha garganta
sobe a cabeça mingua -
mingau novo
para os nossos ânus puros, meu feliz,
mingau novo
e uma descendência sem bebês.
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